Junta de Freguesia de Vila Boa do Bispo Junta de Freguesia de Vila Boa do Bispo

História

Situada nas vertentes ocidentais de Montedeiras e ladeada pelas freguesias de Sande, S. Lourenço do Douro, Ariz, S. Paio de Favões, Rosém e Avessadas, a freguesia de Vila Boa do Bispo estende-se contínua e harmoniosamente até às margens do Rio Tâmega. A sua parte baixa é banhada por este rio que, em tempos idos, fazia acionar numerosos moinhos, sendo hoje um local com grande potencial de fruição e lazer junto ao espelho de água.


A freguesia é composta por dezenas de lugares que estão atualmente organizados por mais de uma centena de ruas distribuídas pelos cerca de 12 km2 de território. Esta terra apresenta o epíteto de casa para 3240 habitantes, de acordo com os Censos de 2011, sendo destes aproximadamente 2800 eleitores.


Vila Boa do Bispo é uma terra que transforma a dinâmica, a humildade e o brio das suas gentes em projetos culturais, sociais e empresariais que dão vida à comunidade e criam um intenso sentido de pertença a este território. Mais antiga que a nacionalidade portuguesa – Vila Boa do Bispo recebeu Carta de Couto por parte de D. Afonso Henriques a 12 de fevereiro de 1141 – esta freguesia está intimamente ligada ao período histórico que viu nascer a nação com as fronteiras mais antigas do continente europeu, Portugal. Sofrendo profundas transformações ao longo dos séculos desde a sua constituição como Couto (Vila) e evoluindo desde fértil (Boa) território agrícola para referência cultural e religiosa da região (Bispo) até aos dias de hoje, esta é uma freguesia que não para de nos surpreender e entusiasmar.


Pode caraterizar-se atualmente a freguesia como um dos centros cívicos, culturais e desportivos do concelho de Marco de Canaveses. Assim é fruto da dinâmica existente nas coletividades sediadas na freguesia e que em muito contribuem para a sua vitalidade. No plano económico Vila Boa do Bispo possui valiosas massas graníticas passíveis de ser exploradas e transformadas, incorporando uma das cadeias de valor com maior expressão na região Norte. A exploração de granito é de facto uma das maiores referências económicas da região, configurando-se como central para os rendimentos familiares dos vilaboenses e não só. Além desta atividade, é possível encontrar em Vila Boa do Bispo agentes económicos voltados sobretudo para o consumidor final, designadamente comércio e restauração. Relevante economicamente é também o contributo do setor da construção civil, com um impacto muito grande ao nível do emprego gerado, focando-se sobretudo na construção civil em regiões mais densamente povoadas do território nacional (sobretudo eixo Aveiro – Porto – Braga) e europeu (particular destaque para a emigração para Espanha, França, Suíça, Bélgica e Alemanha). Com potencial considerável mas ainda nos primeiros passos estão os setores do turismo e da agricultura. Tendo os solos muito férteis, a acessibilidade de água, as paisagens e o património milenar como substrato, estes setores têm vindo a ganhar protagonismo quer através do alojamento local e organização de eventos no caso do turismo quer na cultura de pequenos frutos, vinha e kiwi no caso da agricultura.

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